PROFISSÃO PM – Informação ao leitor
Estaremos moderando os comentários apenas uma vez por dia, considerando que “ainda estamos na ativa” e, independente de faltar pouco para assinarmos a “Reserva Remunerada” aos 34 anos de serviço (vide contador ao lado), ainda temos obrigações que precisam ser cumpridas com o Estado e com o Batalhão de Polícia de Guarda onde servimos.
Subten FOGAÇA
Profissão PM há 33 anos
Alcino Fogaça
Quem ingressa como soldado da Polícia Militar é obrigado a passar por um processo de formação na Academia Militar da Corporação. Nos primeiros 40 dias – que na caserna todos denominam de “quarentena” com certo misto de ironia na fala –, os recrutas desaprendem tudo que aprenderam na vida e aprendem uma só lição: dizer alto “sim, senhor!”.
Foram palavras que ouvimos ontem, durante a votação do “pacotão do governo”, ditas pelo Deputado Estadual Tadeu Veneri (PT) que, juntamente com outros Deputados Estaduais comprometidos com a causa da Segurança, têm defendido bravamente a causa dos Policiais e Bombeiros Militares.
Sob os aplausos dos representantes da Polícia Civil, assistimos ontem, dia 15, o teatro do horror proporcionado pela augusta Assembleia Legislativa do Paraná, quando sob a batuta do deputado Mauro Moraes, que atuava a comando do governador Beto Richa, enterrando o sonho miliciano de elevar o grau de escolaridade para ingresso na Polícia Militar.
O advogado Tarso Cabral Violin entrou com uma ação popular contra o governo estadual por substituir o brasão do Paraná por uma bandeira estilizada do estado em documentos oficiais. O advogado pede, liminarmente, a suspensão do uso da bandeira e a volta do uso do brasão, como determina a Lei n.º 15.538, de 2007. Além disso, ele requer a devolução aos cofres públicos de toda a quantia gasta com publicações que usaram como símbolo a bandeira. A assessoria de imprensa do governo informou que a administração estadual aguardará ser citada pela Justiça para apresentar defesa.